José Guedes
sábado, 9 de julho de 2011
Queruh Ver Se Alguem Lembra deste dia!!!
Super Dia Das Mães No Colegio Estadual Ambrósio Bini em Almirante Tamandaré-Paraná...
isto foi em 2007 Se Não me falha a memoria!!! Bons Momentos!!!
O PapO é DeSiGuAlDaDe SoCiAl...
Bom em meio a inumeras dificuldades é normal a gente dizer que o nosso problema é impossivel de se resolver ou é o mais complicado de se desatar!!!
Enfim Quando eu vi este video vi quem nem tudo é do geito que a gente quer e separar a desigualdade que existe entre nós não é concerteza a maior preocupação do ser humano!!!
Por isso o Capitalismo ja esta degastado e a solução seria outro modelo de politica economica.
Vamos Priorizar a Educação o Desenvolvimento Social e todas as coisas que façam que os mais oprimidos tenham dignidade...
O PIB não diz se o João ou a Maria tem o que comer em casa... E só quem passa por algum tipo de necessidade sabe o que estou falando... Vammos Juntos Transformar Um Sonho Em Realidade!!!
José Guedes UJS-Paraná
O pApO é GlEiSi Na CaSa CiViL
No 1.º mês, Gleisi faz “intensivo” para ser “a Dilma da Dilma”
Desde que chegou à Casa Civil, paranaense mudou perfil do ministério, antes comandado por Palocci. Ministra fez muitas reuniões e pouca política
Publicado em 08/07/2011 | André Gonçalves, correspondente Gazeta do Povo - Brasília
Quinze horários reservados para despachos internos, 29 reuniões com ministros, contra apenas duas entrevistas coletivas no Palácio do Planalto e três aparições em eventos públicos. As estatísticas da agenda de Gleisi Hoffmann durante o primeiro mês como ministra da Casa Civil, completado hoje, comprovam que ela levou a sério a tarefa de mudar o perfil da pasta, que voltou a se dedicar mais à gestão do que à articulação política. Nessa linha, o período serviu para a paranaense como um curso intensivo de como ser a “Dilma” da presidente Dilma Rousseff.
A opção pela discrição e pelo trabalho de gabinete, por enquanto, surtiu efeito até entre a oposição. “É cedo para fazer qualquer avaliação, mas só o fato de ela descontaminar o ambiente deixado pelo Palocci já pode ser considerado algo positivo”, diz o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), ferrenho oposicionista no Congresso Nacional. Líder do PSDB na Câmara, o paulista Duarte Nogueira tem opinião parecida, mas dá o recado: “O destaque de uma pessoa pública não se dá no momento de águas tranquilas, mas na turbulência”.
Dia a dia
Rotina puxada para seguir a presidenteGleisi Hoffmann ganhou fama no Senado pelos discursos em defesa do governo e pelos embates em plenário com a oposição – em especial com o conterrâneo e líder do PSDB, Alvaro Dias. Na Casa Civil, no entanto, a paranaense tem sido obrigada a gastar mais energia em longas reuniões técnicas e conversas diretas com a presidente. A rotina de começa às 8 horas e não acaba antes das 21 horas.
Logo pela manhã há um despacho com Dilma Rousseff e outros ministros para tratar dos assuntos do dia. Gleisi está presente em quase todos os eventos da presidente ao longo do dia, mas também fica presa a uma agenda própria, que normalmente envolve audiências com outros ministros. Desde o dia 13 de junho, quando o site da Casa Civil passou a publicar sua agenda, ela teve de dois a sete compromissos individuais diários.
Foram 12 audiências formais com Dilma – sem contar o despacho matinal e as conversas ao longo do dia, seja por telefone ou pessoalmente. A ministra mais próxima foi Ideli Salvatti (Relações Institucionais), que apareceu em cinco reuniões, seguida por Miriam Belchior (Planejamento), com quatro. Entre os 15 ministros listados na agenda, não houve compromisso com o marido Paulo Bernardo (Comunicações).
O paranaense também não quis comentar o primeiro mês da esposa na Casa Civil – disse que ficaria “desconfortável”. Desde que Gleisi foi para a Casa Civil, o casal só conseguiu viajar junto para o Paraná duas vezes, em finais de semana. Fora o velório do ex-presidente Itamar Franco, na segunda-feira, a primeira viagem oficial da ministra para fora de Brasília ocorrerá no dia 12, em uma visita a Francisco Beltrão (no Sudoeste do estado) para o lançamento do Plano Safra. (AG)
29 reuniões
foram realizadas por Gleisi com 15 ministros diferentes. Os recordistas de encontros foram Ideli Salvatti (Relações Institucionais), com cinco reuniões, e Miriam Belchior (Planejamento), com quatro.
15 despachos internos
estiveram na agenda de Gleisi. A ministra tem utilizado esse tempo para se informar sobre programas e temas importantes para o governo, como a tramitação do Código Florestal no Senado.
3 senadores
foram recebidos na Casa Civil. Pela ordem, Humberto Costa (PT-PE), Romero Jucá (PMDB-RR), Clesio Andrade (PR-MG). Gleisi também participou de um almoço com senadores e Dilma no Alvorada.
4 governadores
tiveram reuniões com Gleisi. Pela ordem, Camilo Capiberibe (PSB-AP), Marconi Perillo (PSDB-GO), Renato Casagrande (PSB-ES) e Wilson Martins (PSB-PI).
foram realizadas por Gleisi com 15 ministros diferentes. Os recordistas de encontros foram Ideli Salvatti (Relações Institucionais), com cinco reuniões, e Miriam Belchior (Planejamento), com quatro.
15 despachos internos
estiveram na agenda de Gleisi. A ministra tem utilizado esse tempo para se informar sobre programas e temas importantes para o governo, como a tramitação do Código Florestal no Senado.
3 senadores
foram recebidos na Casa Civil. Pela ordem, Humberto Costa (PT-PE), Romero Jucá (PMDB-RR), Clesio Andrade (PR-MG). Gleisi também participou de um almoço com senadores e Dilma no Alvorada.
4 governadores
tiveram reuniões com Gleisi. Pela ordem, Camilo Capiberibe (PSB-AP), Marconi Perillo (PSDB-GO), Renato Casagrande (PSB-ES) e Wilson Martins (PSB-PI).
“O Palocci era uma pessoa de difícil acesso, enquanto a Gleisi parece mais aberta. Agora, para ver se é isso mesmo, a gente ainda precisa esperar um pouco. O pessoal está apreensivo”, diz deputado paranaense Nelson Meurer, líder do PP, terceiro maior partido da base governista na Câmara.
A imagem de política afável tem a ajudado a ministra a passar ao largo de novas confusões. Nas poucas falas à imprensa, houve apenas uma polêmica, quando ela disse que “não há recurso público” do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour. A tese de Gleisi é que os recursos viriam da BNDESPar, um braço do órgão em empresas privadas realmente sem interferência do governo, mas cujos resultados têm impacto nas receitas do Tesouro Nacional.
Mudanças
Se os primeiros 30 dias da paranaense foram marcados pelas raras notícias externas, internamente uma série de mudanças já está em andamento. O primeiro passo foi estreitar a parceria com a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade, presidida pelo empresário Jorge Gerdau. Na primeira reunião do órgão, dia 29 de junho, foram definidas, pela ordem, cinco áreas prioritárias do governo: Ministério da Saúde, Infraero, Ministério da Justiça, Previdência e Correios.
Com atenção às férias de julho, Gleisi também se preocupou com anúncio de medidas preventivas a uma nova crise nos aeroportos. Entre elas, está o compromisso das empresas de não operar com overbooking (venda de passagens em número superior ao de assentos). Além disso, comunicou a decisão do governo de que todos os aeroportos tenham internet gratuita.
Ainda na área de gestão interna, a ministra reativou na segunda-feira a Subchefia de Articulação e Monitoramento da Casa Civil. O órgão vai auxiliá-la no acompanhamento das ações consideradas prioritárias nos ministérios. Seis técnicos já foram nomeados e vão trabalhar em cooperação com a Câmara de Políticas de Gestão.
A recomposição da subchefia distancia o ministério da era Palocci e o deixa mais idêntico à era Dilma, que ficou no cargo de junho de 2005 a março de 2010. “Essa é a encomenda que ela [Dilma] me fez [mudar o perfil da Casa Civil]. Quando ela conversou comigo, me disse: ‘Olha, não quero você nas articulações da política’”, afirmou Gleisi, em entrevista exclusiva à Gazeta do Povo no dia 10 de junho.
Nada a declarar
Desta vez, no entanto, a ministra preferiu não falar sobre o balanço do seu primeiro mês no governo. Na estreia como ministra da Casa Civil, há seis anos, Dilma também evitou declarações à imprensa. Na época, ela também havia substituído a então “estrela” do governo, José Dirceu.
Na mesma entrevista, Gleisi disse que a ideia de que ela seria a “Dilma da Dilma” não era correta e que ela não tinha essa pretensão. “Eu tenho muito que aprender ainda”, justificou. Entre tantas coincidências com a chefe nas últimas quatro semanas, parece que na prática a resposta foi outra.
O Papo é Seleção Brasileira de Futebol/CoPa AmErIcA
Grupo B
Córdoba, Argentina - Enquanto eram amistosos, não fez tanta falta. Na primeira rodada da Copa América, diante da retrancada Venezuela, incomodou, mas ainda não era um jogo decisivo. A partir do duelo de hoje com o Paraguai, às 16 horas, porém, acabou a tolerância para chances de gol desperdiçadas. A seleção brasileira terá de acertar o pé se não quiser ver a classificação para as quartas de final do torneio se tornar um drama.
O primeiro tempo contra os venezuelanos ficou marcado pela falta de pontaria. E não é de agora que ela anda ruim. Desde que o técnico Mano Menezes assumiu o comando da equipe, foram nove partidas disputadas e 72 oportunidades criadas, daquelas dignas de entrar no compacto dos melhores momentos – inclusive três com Ronaldo, no amistoso com a Romênia, que marcou a despedida do Fenômeno da seleção. Porém apenas dez bolas foram para a rede.
A média é de oito bons momentos ofensivos por apresentação, mas de somente 1,11 gol a cada partida. Número que pode cair para um, redondo, caso o ataque volte a passar em branco hoje.
“Temos de caprichar um pouco mais, ter um pouco mais de calma na hora de finalizar”, diz Alexandre Pato, o camisa 9, ou seja, jogador que tem mais responsabilidade de fazer os gols. Ele jogou cinco das nove partidas sob o comando de Mano, e marcou três vezes – nos três primeiros jogos. Na primeira partida da Copa América, teve três boas chances, mas parou no travessão em uma e no goleiro na outra.
Pato divide a artilharia da “era Mano” com Neymar, que atuou seis vezes. “Naquele momento é preciso raciocínio rápido. Não quero enfeitar, o que mais quero é fazer gol, porque gol é gol, sendo de barriga ou dando um chapéu no goleiro, vale um do mesmo jeito.” Não parece, mas as palavras são do habilidoso atacante santista, garantindo não pretender dar aquele toquinho a mais na bola que muitas vezes atrapalha.
Os lances da última partida, porém, mostram que em alguns momentos ele optou pelo drible em vez de chutar ou cruzar. Nos dois lances mais claros, demorou e foi desarmado em um e viu o marcador desviar o arremate logo que a bola saiu do seu pé no outro.
O treinador pede rapidez nas conclusões. “Precisamos de um pouco mais de objetividade quando temos a chance, especialmente como foi no primeiro tempo”, alerta.
Mas não cobra apenas os atacantes. “Não vamos transferir tudo para eles. A tomada de decisão no início das jogadas às vezes é mais importante que na parte final. Se inicia bem, tem mais chances de terminar bem”, acrescenta, em uma análise direcionada ao segundo tempo da estreia, no qual o time foi lento no meio e parou de chegar com perigo à área.
Os outros quatro gols na gestão de Mano foram marcados pelo lateral-direito Daniel Alves (dois), o centroavante reserva Fred e o atacante Nilmar – que não foi convocado para a Copa América.
Terceiro atacante da equipe, Robinho vive uma seca que dura desde as quartas de final da Copa do Mundo de 2010, quando a seleção ainda era dirigida por Dunga e ele marcou o gol brasileiro na derrota por 2 a 1 para a Holanda. Atacante que mais esteve em campo com Mano (oito jogos), parou duas vezes na trave. Forma como terminaram outras seis jogadas no período, número que ajuda a explicar o baixo aproveitamento ofensivo e a apreensão para o duelo de hoje com a forte defesa paraguaia (a cinco jogos sem tomar gols).
Ao vivo
Brasil x Paraguai, às 16 h, na RPC TV, SporTV, BandSports e ESPN Brasil.
Hora de acertar o pé
Seleção de Mano Menezes tem média de oito chances de gols por jogo – mas erra sete delas. Falta de pontaria atormenta equipe hoje contra o Paraguai
Córdoba, Argentina - Enquanto eram amistosos, não fez tanta falta. Na primeira rodada da Copa América, diante da retrancada Venezuela, incomodou, mas ainda não era um jogo decisivo. A partir do duelo de hoje com o Paraguai, às 16 horas, porém, acabou a tolerância para chances de gol desperdiçadas. A seleção brasileira terá de acertar o pé se não quiser ver a classificação para as quartas de final do torneio se tornar um drama.
O primeiro tempo contra os venezuelanos ficou marcado pela falta de pontaria. E não é de agora que ela anda ruim. Desde que o técnico Mano Menezes assumiu o comando da equipe, foram nove partidas disputadas e 72 oportunidades criadas, daquelas dignas de entrar no compacto dos melhores momentos – inclusive três com Ronaldo, no amistoso com a Romênia, que marcou a despedida do Fenômeno da seleção. Porém apenas dez bolas foram para a rede.
A média é de oito bons momentos ofensivos por apresentação, mas de somente 1,11 gol a cada partida. Número que pode cair para um, redondo, caso o ataque volte a passar em branco hoje.
“Temos de caprichar um pouco mais, ter um pouco mais de calma na hora de finalizar”, diz Alexandre Pato, o camisa 9, ou seja, jogador que tem mais responsabilidade de fazer os gols. Ele jogou cinco das nove partidas sob o comando de Mano, e marcou três vezes – nos três primeiros jogos. Na primeira partida da Copa América, teve três boas chances, mas parou no travessão em uma e no goleiro na outra.
Pato divide a artilharia da “era Mano” com Neymar, que atuou seis vezes. “Naquele momento é preciso raciocínio rápido. Não quero enfeitar, o que mais quero é fazer gol, porque gol é gol, sendo de barriga ou dando um chapéu no goleiro, vale um do mesmo jeito.” Não parece, mas as palavras são do habilidoso atacante santista, garantindo não pretender dar aquele toquinho a mais na bola que muitas vezes atrapalha.
Os lances da última partida, porém, mostram que em alguns momentos ele optou pelo drible em vez de chutar ou cruzar. Nos dois lances mais claros, demorou e foi desarmado em um e viu o marcador desviar o arremate logo que a bola saiu do seu pé no outro.
O treinador pede rapidez nas conclusões. “Precisamos de um pouco mais de objetividade quando temos a chance, especialmente como foi no primeiro tempo”, alerta.
Mas não cobra apenas os atacantes. “Não vamos transferir tudo para eles. A tomada de decisão no início das jogadas às vezes é mais importante que na parte final. Se inicia bem, tem mais chances de terminar bem”, acrescenta, em uma análise direcionada ao segundo tempo da estreia, no qual o time foi lento no meio e parou de chegar com perigo à área.
Os outros quatro gols na gestão de Mano foram marcados pelo lateral-direito Daniel Alves (dois), o centroavante reserva Fred e o atacante Nilmar – que não foi convocado para a Copa América.
Terceiro atacante da equipe, Robinho vive uma seca que dura desde as quartas de final da Copa do Mundo de 2010, quando a seleção ainda era dirigida por Dunga e ele marcou o gol brasileiro na derrota por 2 a 1 para a Holanda. Atacante que mais esteve em campo com Mano (oito jogos), parou duas vezes na trave. Forma como terminaram outras seis jogadas no período, número que ajuda a explicar o baixo aproveitamento ofensivo e a apreensão para o duelo de hoje com a forte defesa paraguaia (a cinco jogos sem tomar gols).
Ao vivo
Brasil x Paraguai, às 16 h, na RPC TV, SporTV, BandSports e ESPN Brasil.
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